Um Ultimo TCHAU
domingo, 23 de novembro de 2014
Esse é o FIM?
Yoooo Mina San esse é o ultimo post desse blog pois transferi todas as coisas que eu fazia para o Blog principal o Animes então Obrigado a todo mundo que participava e lia os posts desse posts tudo que eu fazia aqui estão nos quadros Rabiscos e Ideias e no Vida Otaku lançados semanalmente ou diariamente então voce que gostava desse blog va para o animescdznarutoseoutros.blogspot.com
domingo, 19 de outubro de 2014
Whats Up My Friends ? #13-Problemas No Tempo
Caso vocês não saibam eu estou no 9 ano e tenho estudos provas etc., e eu tenho blogs canais fanpages e eu tento nutrir de conteudo tudo blog fanpage e bem mais facil de nutrir do que um canal do youtube,mas para nutrir o canal no youtube eu tenho que nao nutrir nada ,eu estou tentanto mas minhas notas acabam caindo indiretamente
sexta-feira, 25 de abril de 2014
REBOOT GFLEADER PT 1 E PT 2
So para esclarecer esse e um post que eu fiz no meu tumblr mas eu vou colocar aqui
Então o que aconteceu apos um ano de videos de games Mfs gameplays sketchs e etc. Eu decidi fazer um Reboot no canal e no blog em tudo então criei uma Fan page do MAD e isso e um novo quadro então vão ser 2 videos mad por semana um review e um de noticias esse mad vai ser um programa sobre a cultura pop , e os Melhores Fails entao nao sei o futuro dos MF mas por enquanto games no canal de sexta feira vai ser algo mais estilo os Gameplays de Fevereiro. OBG E FLW
Entao vocês sabem que nos estamos o canal esta passando por umas mudanças MAd e essas coisas entao estou escrevendo essa parte 2 so para explicar melhor isso entao eu nao quero mais trazer gameplay pro meu canal principal eu estou pensando em criar um segundo canal para postar daily vlogs e MFs mas no canal principal vao ter 3 videos semanais MAD News , Review e Top,e no suposto segundo canal teria um Mf por semana e vlogs diarios ou quase enfim o que acham comentem ae entao foi isso flw
Então o que aconteceu apos um ano de videos de games Mfs gameplays sketchs e etc. Eu decidi fazer um Reboot no canal e no blog em tudo então criei uma Fan page do MAD e isso e um novo quadro então vão ser 2 videos mad por semana um review e um de noticias esse mad vai ser um programa sobre a cultura pop , e os Melhores Fails entao nao sei o futuro dos MF mas por enquanto games no canal de sexta feira vai ser algo mais estilo os Gameplays de Fevereiro. OBG E FLW
Entao vocês sabem que nos estamos o canal esta passando por umas mudanças MAd e essas coisas entao estou escrevendo essa parte 2 so para explicar melhor isso entao eu nao quero mais trazer gameplay pro meu canal principal eu estou pensando em criar um segundo canal para postar daily vlogs e MFs mas no canal principal vao ter 3 videos semanais MAD News , Review e Top,e no suposto segundo canal teria um Mf por semana e vlogs diarios ou quase enfim o que acham comentem ae entao foi isso flw
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Novo Projeto #MAD
Ola galera beleza comecei um novo projeto chamado MAD no facebook que e para dar suporte a um novo quadro no canal do youtube que vou gravar amanha se você percebeu os ultimos posts sempre tem a palavra MAD aqui nesse blog enfim isso foi um teste serão 2 videos MAD um de noticias estilo o animerpoint so que de tudo não só de games mas de filmes,quadrinhos livros etc e também uma gameplay
não se esqueçam de curtir a fanpage : www.facebook.com/MADgfleader
e Se INSCREVER no Canal : www.youtube.com/gfleader
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quarta-feira, 16 de abril de 2014
Capitao America 2-Filmes MAD #3
#MAD — Capitão América 2: O Soldado Invernal
Resumo da resenha: levante seu traseiro gordo e vá AGORA pro cinema assistir esse filme. É sério. Eu detesto perder tempo e depois que você voltar do cinema vai concordar que qualquer coisa abaixo deste parágrafo é besteira, e que você deveria ter seguido meu conselho, assim assistiria ao filme alguns minutos mais cedo.
Ok, não tem jeito. Então tá, vamos a uma resenha mais convencional. Sem spoilers, mas assumindo que você viu o primeiro filme do Bandeiroso e assistiu aos trailers.
Primeiro de tudo: esqueça o tal Soldado Invernal. Ele só existe para atrair nerds de quadrinhos que querem ver um Robin (mais emo) se fazendo de malvado. O personagem é ótimo, Sebastian Stan consegue ser uma arma teleguiada robótica em uma cena, e o parceirão Turk-e-JD do Rogers em outra. Só que nesse filme ele não é o vilão. É só um pau mandado. Na verdade você foi enganado, sequer é um filme de super-herói.
CA2 é na verdade um filme de espionagem dos anos 70 com o Robert Redford. É muito mais John Le Carré do que Frank Miller.
O grande tema do filme é sobre poder e controle. Eu poderia dizer que é sobre Steve Rogers preso em um mundo que não criou mas alguém lembraria que esse era o slogan de Howard The Duck. Rogers não desgosta do nosso mundo, mas tem dificuldades em aceitar o quão cinza ele é. A SHIELD, lembre-se, é uma organização de espionagem. Rogers trabalha para eles por lembrar de que em seu tempo fez muita coisa moralmente questionável, em nome do bem maior, e que nem naquela época o mundo era em preto e branco, mas ainda havia confiança.
Nick Fury mente. Manipula. O tempo todo. Ele mente mais que a Globo, mas ainda assim é um idealista. Os vilões do filme também são, e o grande momento é quando você percebe que as superarmas usadas pelos vilões haviam sido desenvolvidas pelos mocinhos com o mesmo exato propósito: matar quem ameace sua visão de mundo.
Note, não estou dizendo que os vilões estão certos. Não estão, mas Steve Rogers é do tempo em que se punia as pessoas depois que elas cometiam um crime.
O lema de CA2 é “não confie em ninguém”. Todo mundo pode ser um agente do inimigo. Esse tema foi levado às últimas consequências no episódio Turn,Turn,Turn deAgentes da SHIELD, que lida com o começo das consequências do CA2. As traições não são gratuitas, tanto no seriado quanto no filme suspeitas são levantadas sobre personagens principais, e fazem sentido.
Isso pra Steve Rogers é complicado, e no final ele mostra que é um super-herói de verdade, ele SABE o que é certo, não depende de gente de fora explicando os fatos da vida. Essa infalibidade moral é característica do arquétipo do herói. E é isso que a gente quer ver: num mundo cinza, num mundo cheio de reviravoltas e traições, alguém que se mantém limpo, mesmo nadando na lama.
O final termina com a morte de uma verdadeira instituição nos filmes da Marvel. Não sei como vão continuar os filmes sem ela, mas é esperar, o que nos resta.
Cenas de Ação
OMFG OMFG OMFG PQP MUITO BOM! Talvez o ponto alto de Star Wars: Episódio 1tenha sido as cenas de combate de sabre de luz. O Jedi mais badass dos primeiros três filmes era basicamente aleijado, Vader enfrentou um velho em Star Wars, ninguém no Império Contra-ataca e o Luke só em Retorno, onde já estava mais pra lá do que pra cá. Já no Episódio 1 as coreografias de Ray Park como Darth Maul foram brilhantes, pela primeira vez vimos Jedis lutando em seu auge. CA2 é a mesma coisa.
O Capitão América é, além de um exemplo vivo de que anabolizantes funcionam, um atleta supremo. Nesse filme ele luta como todo fã de quadrinhos sempre imaginou. Dança, pega, estica e puxa e viva a festa da Xuxa (não é uma referência gratuita). Ele subverte o escudo como arma ofensiva, salta de um Quinjet sem paraquedas, faz tudo, tudo que a gente queria ver no primeiro filme mas ele estava ocupado derrotando Hitler ou alguma outra bobagem parecida.
Steve Rogers mostra como e porque merece fazer parte dos Vingadores. Mais ainda: ele assume o papel de Líder, sua busca em fazer o que é certo inspira e conforta. Nick Fury não é cabeça dura o bastante para questionar o Capitão, em um momento. Rogers mostra o porquê de ser uma das poucas criaturas do Universo dignas de erguer Mjolnir.
Referências
Como todo bom filme da Marvel, CA2 é repleto de citações, nomes e ligações que podem ou não significar alguma coisa. Também é talvez o primeiro filme onde não conhecer a mitologia dos personagens torne a experiência menos legal. Note, não estou dizendo que fica ruim, é que reconhecendo as referências fica tudo melhor. É como se você namorasse a Scarlett Johansson e descobrisse um dia que além de não ser ciumenta ela tem uma irmã gêmea ninfomaníaca.
Recomendo que você preste atenção no começo, quando o CA encontra pela primeira vez o Falcão, que indica um álbum de Marvin Gaye. Rogers anota em uma lista de referências pop a pesquisar. Essa lista muda para cada país. A versão do Brasil já está gerando mimimi nas redes.
Também fique de olho na última cena, quando aparece a lápide de um personagem importante. Note a inscrição… mundos pop se colidindo.
Coadjuvantes
Um mérito INEGÁVEL do filme foi aproveitar personagens secundários. Um exemplo: na primeira grande sequência de ação o Bandeiroso e a Viúva Porém Honesta invadem, junto com uma equipe da STRIKE (Special Tactical Reserve for International Key Emergencies) um navio tomado por mercenários, comandados por um francês (ok, argeliano) de nome… Batroc.
Sim, Batroc, o Saltador, um dos vilões mais ridículos da Marvel, uma caricatura francesa com referência a batráquios (sacou?). É uma das criações mais racistas de Stan Lee. Um dos termos ofensivos usados para denominar franceses é… sapo. Este é Batroc:
Ele é pouco mais que uma caricatura, ele tem a honra de apanhar de uma lista enorme de heróis, chego a pensar que o sobrenome verdadeiro é LaRusso.
Em CA2 ele é interpretado por George StPierre, sujeito altamente casca-grossa, ex-campeão de MMA. De uma piada fraca Batroc se tornou um exímio lutador que, mesmo sem superpoderes, dá uma bela canseira no Capitão América.
Sam Wilson, o Falcão aparece como um personagem tridimensional, muito longe da peça de blaxploitation que foi criada com a melhor das intenções por Stan Lee, para dar aos jovens leitores negros um personagem próximo de sua realidade. Ele foi o primeiro herói afro-americano. O Pantera Negra surgiu antes mas ele é de Wakanda, então é afro-africano.
Em CA2 o Falcão não entra por cotas, até porque a cota de megasuperespião fodão negro já foi preenchida. Ele não está lá de favor. Sam Wilson é um veterano da Força Aérea. Paraquedista de Resgate, um grupo que tem dois privilégios: Saltar em território inimigo, às vezes sob fogo cerrado para socorrer feridos, e tomar cerveja de graça, pois esses caras não pagam bebida em nenhum bar militar do Ocidente.
Wilson trabalha em uma organização de apoio a veteranos, ajudando outros a lidar com stress pós-traumático. É, guerras não são coisas legais, nem em filmes de quadrinhos. Ele e o Capitão se conhecem por acaso (mentira, estava no roteiro) e desenvolvem uma amizade. O Falcão tem esse nome por usar um traje de vôo EXO-7 Falcon, cortesia das Indústrias Stark, que não ia mais produzir armamento.
♫Quando voa o condor / Com o céu por detrás / Traz na asa um sonho / Com o céu por detrás / Voa condor ♫
Ele não é o assistente membro de minoria étnica, nem é o fanboy. Ele não representa o espectador, ele é um veterano que “esteve lá” e o Capitão América o respeita por isso. Também não é o engraçadinho, embora parte do alívio cômico fique a cargo das excelentes tiradas de Anthony Mackie. A melhor definição do Falcão é do próprio personagem, que uma hora aponta para o Capitão América e diz “eu faço a mesma coisa que ele faz, só mais devagar”.
Também aparecem Maria Hill, Sharon Carter, Peggy Carter (parentes? Quem sabe?) e, para deleite de fãs de Community, Abed faz uma ponta.
A Viúva Negra talvez seja a grande “enganação” do filme. Ela é vendida nos posters como a toda-boa Scarlett, com curvas impossíveis, decote, etc. Só que no CA2 ela consegue ser menos femme fatale do que em Homem de Ferro 2. Quer dizer, ela é femme e fatale pra caramba, mas não é adereço de cena.
Scarlett Johansson mostra que sabe fazer comédia, a interação entre a Viúva e o Capitão é deliciosa. Ela vira “a” colega curiosa tentando desencalhar o amigo. Ele por sua vez não tem o menor interesse nem em arrumar namorada nem em ver a Natasha Romanoff como possível conquista. É, crianças, Capitão América virou vlogueiro da Apple.
Há momentos em que ela não consegue sustentar a máscara, e é muito legal ver a Viúva mostrando que não sabe de tudo, só finge que sabe. lembra a cena em Vingadores, quando ela está genuinamente com medo do Banner.
Nick Fury como sempre é a amálgama entre os personagens, é difícil imaginar o futuro dos filmes da Marvel sem ele. Dessa vez entretanto Nick não está no topo da cadeia alimentar. Ele é sim o Diretor da SHIELD, mas responde a um monte de gente, inclusive ao Secretário de Defesa, interpretado por Robert Redford.
É interessante como o personagem descobre que sua estratégia de compartimentalizar e não confiar em ninguém é excelente e funciona mas só quando tudo dar certo. Fury vê tudo que criou ser pervertido por seus inimigos. E não tem amigos com quem contar. Ele percebe, antes tarde do que nunca, que estava seguindo os mesmos passos de fins justificando os meios.
Talvez o grande tema do filme seja que a diferença entre Bem e Mal não está sequer nas intenções, mas nas ações. Você pode ter intenções legítimas, acreditar sinceramente em uma causa justa, mas nenhuma causa vale explodir uma creche. Não é a causa que determina isso, é o indivíduo.
Cenas Extras
Como todo filme da Marvel há mais coisas depois dos créditos. Nesse caso são DUAS cenas. A última não vale a espera, não precisa se espremer para não mijar nas calças, eu conto: o vilão que não morreu pois aparece vivo perto do final, está vivo. Yay!
Já a segunda cena envolve os vilões que todo mundo achou que foram exterminados, um sujeito com título de nobreza e um objeto que no final de Vingadores ninguém deu falta.
Conclusão
É um raro filme de quadrinhos que transcende o filme-pipoca. NADA, ABSOLUTAMENTE NADA contra filme pipoca, é um estilo plenamente válido, a relação aqui é entre um gibi de linha e uma graphic novel. Um não existe sem o outro, a graphic novel detalha os temas surgidos no quadrinho mensal.
No caso, uma agência de espionagem mundial, criada para combater uma ameaça real, mas que agora não responde diretamente a ninguém, acessa toda e qualquer rede de comunicação, mesmo ilegalmente, e tem praticamente licença para matar. Isso talvez não seja uma boa idéia.
Ainda bem que é só um filme de quadrinhos, né?
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Books Mad #01-Prince Of Thorns
PRINCE OF THORNES Mark Lawrece
Yo! Eis que depois de um longo e tenebroso inverno esse humilde servo que vos fala volta a dar as caras. Você aí, caro leitor, acredita em amor à primeira vista? Eu já havia comentado na minha postagem sobre A Maldição do Tigrecomo a capa de um livro pode ser enganosa e traiçoeira. Sabem quando a arte que estampa uma das obras da livraria é linda de doer, mas o conteúdo segue a via oposta e te decepciona completamente? Então, esse NÃO é o caso de Prince of Thorns.
Prince of Thorns (ou Príncipe dos Espinhos, de uma tradução livre do Google Tradutor inglês) é o primeiro livro da Trilogia dos Espinhos, e por enquanto o único lançado em território nacional. A obra é classificada como Dark Fantasy, uma classificação que eu sequer conhecia até procurar saber um pouco de informações para escrever essa resenha. Ele enquadra histórias que tenham um conteúdo exatamente parelho com o que o nome sugere: fantasias com um tom mais sombrio, leia-se com mais violência.
No livro de Mark Lawrence somos apresentados ao Príncipe Honório Jorg Ancrath. Aos 10 anos o garoto vira a mãe e o irmão mais novos serem brutalmente assassinados enquanto permanecia imóvel sobre os espinhos de uma roseira. Quatro anos depois ele se encontra como um andarilho, vagando pelas terras do “Império” ao lado de seu bando, sendo os membros chamados de “irmãos” entre si (o que sugere laços de uma irmandade herp capitão óbvio).
Essa é a premissa básica. Agora, se você aí imaginou aquele príncipe honrado que vai galgar um caminho politicamente correto para resolver seus conflitos com diplomacia, pode tirar a Rapidash da chuva. O Principe Jorg é um anti-herói, ou seja, apesar de ser o protagonista, suas atitudes não são em nada louváveis. Logo nos primeiros capítulos ele já ateia fogo a uma aldeia, estupra algumas camponesas (antes de incinerá-las) e assassina um de seus irmãos para reforçar sua liderança perante os demais.
É muito legal o livro apresentar isso logo nas primeira páginas, pois assim o leitor não fica enganado sobre o que está por vir. É daí pra pior e, apesar de eu não ficar chocado com essas coisas em uma narrativa medieval, sei que muita gente ficaria. Então nada melhor que apresentar logo de cara o que classifica a obra como Dark Fantasy.
Algumas pessoas podem estranhar o fato de com “apenas” 14 anos Jorg já agir como um (mau) adulto. É válido lembrar que a história se passa em um cenário com ares medievais. Acessando o banco de dados históricos do Calibre Cultural (ou seja, o Google), tem-se que a expectativa de vida durante a Idade Média era de 35 anos! Chegar aos 15 era quase como chegar aos 40 atualmente, mais do que o suficiente para tornar um menino em homem feito.
A ambientação é muito interessante. Apesar de o autor não citar uma data específica nem relacionar os cenários com algum continente do Planeta Terra, durante todo o livro são feitas referências a filósofos que realmente existiram, indo desde Platão e Sun Tzu a Nietzsche. Sendo que esse último viveu no Século XIX, um bom tempo depois da Idade Média, dá para se imaginar que a obra se situa em um Universo Paralelo no qual a o mundo regrediu ao tempo dos castelos e cavaleiros.
A narrativa em primeira pessoa oscila, em capítulos curtos, entre o tempo presente (Jorg com 14 anos), e o tempo de 4 anos atrás. Suas duas linhas de histórias são paralelas, lineares e igualmente interessantes. Em conjunto elas moldam o atormentado protagonista e dão base para todas as suas atitudes “erradas”. Os monólogos interiores de Jorg que evidencia seu ponto de vista sobre as coisas são excelentes e de uma profundidade digna de atenção. Para ele tudo não passa de um jogo. Sabendo o que está na mente da personagem, algumas de suas atitudes cínicas ficam até engraçadas. Principalmente nos capítulos finais eu me pegava dando algumas risadinhas. Um prato cheio para quem gosta de um sarcasmo bem sutil.
A princípio, apesar de deixar claro o objetivo de Jorg, algumas coisas parecem jogadas no ar. Como um menino comando uma corja de assassinos e ladrões bem mais velhos? Se ele busca vingança contra quem matou sua mãe e irmão, por que vagou sem rumo durante 4 anos? As perguntas são todas respondidas, de maneira inesperada até, e o desenrolar da trama apresenta uma crescente pouca vezes por mim lida. A “presunção” de Jorg o coloca em situações que parecem impossíveis, e é extremamente divertido ler como ele lida com cada uma delas.
Os “irmãos” são apresentados principalmente por suas características principais. “O Gordo”, “O Rubro” e “aquele que cozinha” são subtítulos que ajudam o leitor a não se perder na identificação de quem é quem. Apesar disso essas personagens não são muito aprofundadas. Esse foi o único defeito apontado na obra para alguns, mas para mim foi algo completamente compreensível. Afinal, não imagino ladrões e assassinos que passaram a existência vivendo de seus furtos como sendo proprietários de algum grande segredo do universo ou qualquer outro mérito de profundidade emocional.
As reviravoltas estão presentes na trama, e elas são do caralh*! Some isso aos toques de sagacidade e sarcasmo do narrador e aos excelentes diálogos para se obter um dos melhores lançamentos de 2013.
A Editora Darkside, responsável por publicar o livro no Brasil, merece todos os louvores possíveis. Como adiantei no começo da postagem, o livro me comprou pela capa e pela edição em geral. Com capa dura e aveludada, a obra conta ainda com outros mimos, como algumas páginas pretas entre os capítulos que vez ou outra narram algumas curiosidades sobre os irmãos. O preço é levemente salgado se comparado às outras sagas literárias, mas adianto que vale completamente cada centavo.
Minha única crítica fica por conta da “inglesação” da obra. Não sei por que o livro não teve seu título traduzido para Príncipe dos Espinhos, já que ainda assim soaria como algo impactante. Prince of Thorns, por mais que seja um título legal, dificulta um pouco a popularização da obra aqui no Brasil. Pode parecer bobagem, mas ao ligar para algumas livrarias eu tive que soletrar oThorns para que as atendentes conseguissem procurar o dito cujo. Eu mesmo quando o vi da primeira vez achei que tinha sido deslocado da prateleira de livros estrangeiros. Os diálogos se dão por aspas, como ocorre nos livros publicados em inglês, e não por travessão, uma questão de gosto (prefiro os bons e velhos travessões). A lombada que poderia ser igual à da edição americana foi modificada, mas isso é detalhe do detalhe que só o chato aqui critica.
Não é à toa que Prince of Thorns vem sendo aclamado como o novo Game of Thrones. O livro é leitura obrigatória para os fãs de fantasia medieval e muitíssimo recomendado para qualquer um que goste de uma trama bem escrita e bem amarrada e não se importe com algumas doses extras de violência. Só tomem cuidado para não se sujarem com sangue ao
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Whats Up My Friends ? #12-Volta As Aulas
E ae Galera dessa vez estamos num Post sobre as aulas escola eu não gosto muito porque e um saco acordar cedo e ter que ficar com gente chata (principalmente professores),mas alunos tambem,enfim estudar tarefas e tudo mais e tudo muito chato que infelizmente me tira muito tempo,entao os post aqui (que ja não eram muito frequentes) diminuiram de quantidade mas eu vou tentar fazer um post por semana
Obrigado e Thau
Obrigado e Thau
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
FILMES MAD #01- Frozen
FILMES MAD #01- Frozen
Em 2012 a Disney nos apresentou Detona Ralph, um filme extremamente elogiado pela crítica e pelos expectadores. E de fato, tivemos um longa muito bom, mas que particularmente em alguns momentos fiquei com aquela sensação de que “faltava alguma coisa”, alguma coisa que sempre transformou filmes da Disney em “mágicos” e próximos de serem nomeados como clássicos.
A proposta de Frozen toma vida utilizando os mesmos conceitos de animação de “Enrolados”, inclusive se passando na mesma linha temporal e mesmo mundo. Com estética em computação gráfica e uma animação de encher os olhos com cada detalhe em evidência, Frozen chegou como uma grande promessa e entregou um dos mais belos filmes da Disney nos últimos tempos. Seja por sua trilha sonora, por sua direção de imagem, por seus personagens ou pela quebra de expectativa em cima de clichês. De fato, uma animação completa dentro de sua proposta e que consegue prender grande parte dos expectadores do mesmo.
Um dos grandes pontos de destaque do filme é o fato das atenções centralizadas entre as duas protagonistas. Apesar do filme ter um “vilão” – também introduzido de forma diferente do que estamos acostumados – as atrações e o grande climax da história estão sempre divididos entre a relação de Elsa e Anna. As cenas iniciais do filme, que apresentam a infância das duas, chegou a ser comparada com o longa “Up”, no sentido em que um grande laço é rompido de forma inesperada. Mesmo após a morte de seus pais Elsa continua trancada e se escondendo de sua irmã para protegê-la, mesmo que isso acabasse custando sua felicidade e uma enorme solidão para ela. Além disso, a passagem também é uma forma de dizer como o ser humano é dependente de sentimentos e de experiências de vida, já que posteriormente tais condutas acabam se tornando essenciais para Anna.
Pode-se dizer que Elsa também protagoniza uma das mais belas cenas que já tive o prazer em ver em uma animação recente (vídeo abaixo), o momento em que ela se “libera” para o mundo e finalmente sente que pode ser ela mesma. Essa por sinal é uma das poucas cenas de felicidade que envolvem a personagem, que é o contraposto de sua irmã. Anna é cheia de vida, disposta a conseguir o que quer e ao mesmo tempo inocente ao acreditar em coisas que ela nunca vivenciou ou que precisa descobrir. A química das duas personagens é envolvente, sincera e tocante. Se durante o filme você sente certa insegurança sobre Elisa, ao final dele você torce e se emociona com a atitude de ambas.
O longa também brinca com clichês de uma forma sutil, como o caso de “Você vai se casar com alguém que você acabou de conhecer?”, algo extremamente comum em outros filmes de princesas da Disney em que o príncipe encantado é o grande salvador e amor eterno da princesa. Isso sem falar de Hanz “contra” Christopher, que até os últimos momentos você se indaga da existência de ambos – e que também causam uma quebra de clichês, que nesse caso dizer seria um spoiler muito grande.
Sobre os personagens secundários, vale destaque para Olaf, o pequeno boneco de neve que ganha o carinho de todos instantâneamente e serve como grande alívio cômico – “Oi, meu nome é Olaf e eu gosto de abraços quentinhos”. Os trolls, parte importante do filme, são os responsáveis pela dose de “magia” que sempre envolve produções da Disney. Também conseguem cumprir seu papel e mesmo não aparecendo como grandes destaques não comprometem o andamento da trama – embora uma explicação ou um desfecho para os mesmo tenha deixado uma pontinha de dúvida no ar.
Alguns críticos chegaram a chamar Frozen de um filme “feminista”, o que sinceramente não sei se é válido. Mas é válido ressaltar na importância e no protagonismo de ambas as protagonistas e no fato delas resolverem a história juntas até o fim do filme. Se em algum momento você pensa que a linha de raciocínio do longa será perdida, rapidamente ela é retomada com alguma virada no enredo ou com a introdução de algum gancho.
Muitos poderão se incomodar com o excesso de músicas durante o longa – e de fato tomam conta de muito tempo da produção – mas isso em nenhum momento consegue sobrepor de alguma forma negativa a produção, se tornando um elemento natural dentro do filme. Na versão brasileira, a dublagem consegue mais uma vez corresponder as expectativas, e apesar de Fabio Porchat ser o escolhido para “a voz famosa” da vez, ele não compromete a caracterização de Olaf e até mesmo em cenas musicais dá conta do recado. De qualquer modo, vale aquela conferida na versão original das canções, e até mesmo em outros idiomas.
Frozen resgata elementos das fábulas e adapta para nosso tempo com mensagens sobre o amor verdadeiro, sobre verdadeiras amizades e sobre as verdadeiras intenções sobre aqueles que nos cercam. Indaga também em certos valores de nossa sociedade e entrega tudo de forma leve e redonda em uma animação voltada para o público infantil, mas que com certeza tem muitas lições para serem transmitidas para adultos.
FICHA TÉCNICA
Frozen – Uma Aventura Congelante(Frozen)102 min – Animação – 2013 (Estados Unidos)Direção: Chris Buck e Jennifer LeeRoteiro: Jennifer LeeGanhador do Globo de Ouro 2014 de Melhor AnimaçãoIndicado ao Oscar 2014 de Melhor AnimaçãoIndicado ao Oscar 2014 de Melhor Canção Original (Let It Go)
sábado, 18 de janeiro de 2014
Series MAD #04-Revenge SO1 pt.2
Para marcar a volta de uma longa pausa, Revenge apostou em muita emoção, na revelação de muitos segredos, bastante drama e muitos jogos psicológicos entre os personagens.
Coerção é o nome do episódio que marca a volta da série. E é exatamente disso que ele trata, da arte de reprimir e pressionar que as personagens dominam tão bem. Nesse episódio, Emily arma um dos seus mais elaborados e diabólicos planos de vingança, pois se vê ameaçada por Tyler, que vinha sabotando sua relação com Daniel. Diante dessas armações do amigo do namorado, Emily tem a sorte de encontrar um grande trunfo contra o inimigo, seu desequilíbrio psicológico.
Após a descoberta do calcanhar de Aquiles de Tyler, Emily aproveita toda a confusão causada pelo descontrole do rapaz para interpretar a grande vítima da história e afastar todas as suspeitas que a famíliaGrayson poderia ter sobre ela. Para isso, nossa garotinha põe sua própria vida “em risco” e numa cartada só tira Tyler de circulação, culpando-o também pelo assassinato de Frank, cometido pela falsa Amanda. Nesse momento, a série ganha os telespectadores ainda não fidelizados, pois se mostra uma história bem amarrada e com um time incrível, um espetáculo onde as cenas mudam a todo o momento.
Tendo mais uma peça fora do seu caminho rumo à destruição dos algozes de seu pai, nossa heroína volta sua atenção para mais um envolvido na tragédia de sua família. Dessa vez, o alvo da garota é Mason Treadwell, um jornalista que se vendeu e usou as confissões de Amanda e seu pai para destruir qualquer chance da opinião pública e da justiça acreditarem em David Clarke. Ao mesmo tempo em que arquiteta um plano para destruir a carreira de Treadwell, Emily faz com que Victoria livre-se da falsa Amanda, que resolvera ficar na cidade por causa de Jack. Resultado de toda essa confusão? Emys destrói a chance de Treadwell realizar seu sonho de escritor e consegue culpar Victoria e Amanda por isso. Sacada de mestre, não? Essa é só uma demonstração do que nossa Emily é capaz.
Com esses dois acontecimentos, podemos perceber a capacidade de Emily de prever os passos de seus inimigos e dar a volta por cima. Além disso, fica visível como a série recorre o tempo todo ao passado para explicar o comportamento das personagens, sem fazê-lo de forma didática e sem comprometer o time que citamos no parágrafo anterior.
Só para citar algumas dessas revelações, temos a descoberta da verdadeira paternidade da confusa e frágilCharlotte, a caçula dos Graysons. E, é claro, que uma revelação como essa provocaria uma verdadeira reviravolta no relacionamento das personagens, principalmente, na família Grayson que já passava pelo tumultuado litígio de Corand e Victoria, que mais parecia uma guerra fria. Com isso, o senhor e a senhoraGrayson resolveram envolver novamente seus filhos na guerra de braço por poder e dinheiro. Devo confessar, que apesar do sofrimento causado à Charlotte, essa quebra de braço de Conrad e Victoriarendeu ótimos momentos à história.
Aqui é importante ressaltar que os roteiristas da série usam Charlotte e David Clarke para explorar a humanidade de Emily e Victoria, tornando-as assim mais complexas e reais, fazendo com que seus comportamentos sejam mais compreensíveis para o público. Além disso, eles ainda plantam a sementinha da dúvida que permeou toda a primeira temporada: Emily vai mesmo irá até o fim com seu plano de vingança?
No meio desse turbilhão de emoções, chantagens e brigas, o noivado de Emily e Daniel surge como a última cartada de Victoria para vencer a disputa com o marido, e como a chance de Emys se infiltrar de vez nosGraysons e ter sua vingança. Contudo, nossa heroína é surpreendida mais uma vez por um inimigo que ela já dava como carta fora do baralho, alguém em que ela com certeza não concentraria seus esforços.
Em uma nova amostra de que Emily enfrentará muitos problemas para realizar sua vingança e de que a série tem fôlego para os próximos anos, os roteiristas mudam todo o rumo da história em dois episódios “Chaos” e“Scandal”. Mas, quem se lembra do começo da história, sabe que Chaos nos leva exatamente para o momento da festa de noivado do mais novo casal dos Hamptons, marcada por um assassinato do qualDaniel é acusado.
A velocidade com que os acontecimentos se desdobram nos dois episódios é incrível, exigindo o máximo de atenção do telespectador, que pode perder a chance de montar o quebra-cabeça da série num piscar de olhos. E é assim, com um ritmo dos clássicos blockbusters hollywoodianos, que vemos o mestre de Emily ajudá-la a recuperar o controle da situação criada por Tyler e dar início a um novo arco de episódios que levarão a vingança de Emily para um cenário que ela não imaginou nem nos seus piores pesadelos.
Bom, espero que tenham curtido essa viagem no tempo comigo e acompanhem neste domingo a última parte da nossa review da primeira temporada e a season première da segunda.
Até a próxima
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Whats Up My Friends ? #11 - Mais Explicações
Yoo mina-san,faz muito tempo que eu nao faço essa intro ne mais enfim ta na hora de voces saberem o rumo que este blog ira tomar daqui para frente , ano passado e 2012,estou finalmente mantendo 1 post por semana,mas o foco do blog mudou muito desde que eu o criei, ele ja foi um diario literalmente ja foi backstage do meu canal no youtube e hoje e um complemendo do blog principal, na realidade esse blog era para ser abandonado assim como o de games foi e os posts que estao vindo para ca irem para o meu tumblr
como estao de fato indo porem eu estou postando simultaneamente aqui e la no tumblr mais hoje o que esse blog vai ter games ,series,filmes,livros e tudo que nao e relacionado ao mundo otaku,ate quadrinhos de vez em quanto os posts aqui para voce que nao sabe estao lançando as 3:00 da manha
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Ate algum dia aqui no meu mundo
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Series MAD #03-Arrow
Título: Arrow
Direção: David Nutter; roteiro: Andrew Kreisberg, Greg Berlanti, Marc Guggenheim, Mort Weisinger; elenco: Stephen Amell, David Ramsey, Byron Mann, Susanna Thompson, Willa Holland, Colin Donnell, John Barrowman, Katie Cassidy, Paul Blackthorne, Manu Bennett, Colton Haynes.
Ano: 2012; duração: 23 episódios (por volta de 42 minutos cada um); país: Estados Unidos.
Eu não quero mais ser chamado de capuz
Quem me conhece um pouco, sabe que há pouco tempo resolvi sair do armário com o meu amor pela DC Comics (mas não totalmente, sou uma pessoa contida que só mostra a sua animação sobre quadrinhos em ocasiões apropriadas e muito bem selecionadas), e foi esse mesmo amor que me fez acompanhar Arrowreligiosamente até o início desse ano.
(Spoilers? Muito pouco, quase nada!)
Arrow é uma série de TV da Warner e conta a história do super-herói da DC Comics, Arqueiro Verde. Depois de sofrer um naufrágio, acompanhado de seu pai e da irmã da sua namorada (história complicada essa…), Oliver Queen, futuro Arqueiro Verde, passa cinco anos preso em uma ilha no sul da China. Quando ele consegue voltar para sua cidade, Starling City, por motivos, até então, desconhecidos, Oliver possui um caderninho. É, a partir desse caderno, que tudo começa. Antes de seu pai morrer, ele o dá a Oliver, e seu conteúdo é uma lista com o nome de todas as pessoas que falharam com Starling City. Oliver tem a função de limpar a sua cidade de todas essas pessoas que, de alguma forma, usurparam o local.
Acho que, depois desse breve resumo da série, é possível perceber por que o Oliver se torna o Arqueiro Verde, mas, mesmo assim, muitas perguntas permanecem sem resposta ao longo da série, principalmente em relação aos cinco anos em que ele passou preso nessa ilha — lugar onde, aliás, se passam algumas das melhores cenas da série.
Devo confessar que fiquei um pouco desanimada com a série em um ponto, aquele ponto de exaustão em que chegam todos que assistem alguma série daWarner. A série é ótima, mas uma temporada com vinte e três capítulos é demais para qualquer um — ou, pelo menos, nesse caso —, então chega uma hora que o roteiro fica um pouco arrastado e a série se torna um pouco massante. Então eu costumo dividir Arrow da seguinte forma: o começo é bom, o meio é arrastado e o final é um final de deixar qualquer um apaixonado pela série, porque é ótimo.
Quem conhece um pouco do herói, sabe que, convenhamos, a popularidade e “importância” do Arqueiro Verde não é tão grande quanto a do Batman ou doSuperman, por exemplo, o que deixa a galeria de vilões desse super-herói um pouco reduzida. A solução em Arrow foi muito simples: os vilões não são apenas os inimigos do Arqueiro Verde, mas também há vilões das histórias em quadrinhos do Universo DC, não quero dar muitos spoilers, mas posso dizer que, nessa seleção, estão presentes o Pistoleiro e um dos meus personagens preferidos dos quadrinhos, Exterminador.
Vale relembrar aos fãs do Arqueiro Verde ou da DC, que Arrow é uma adaptação, e adaptações são diferentes do original — ainda mais as de quadrinho —, que é, pelo menos, a base para a criação do roteiro. Nada em Arrow é perfeito e extremamente fiel aos quadrinhos, mas dá para perceber como sacrifícios são feitos em prol de um bom roteiro.
Costumo indicar o seriado pela maneira como a trama vai se desenvolvendo.Oliver Queen é um homem em crise, atormentado por um passado que não consegue ser enterrado, é um homem livre com o seu capuz e preso sem ele, e o seriado não é apenas sobre a formação de um herói, mas é a história de um homem acima de tudo, que tem muito mais a enfrentar do que apenas as pessoas cujos nomes risca de folhas de papel. Para aqueles que gostam de super-heróisou apenas de ação, garanto que não vão se arrepender.
Para quem já viu a série (ou não) e quiser ler alguma história em quadrinho, indico fortemente Arqueiro Verde: Ano Um, mas não vá com tanta sede ao pote se não quiser spoilers, porque eu tenho certeza de que algumas das questões que a série não respondeu ainda podem ser respondidas pelo quadrinho.
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Series MAD #02 - Once Upon A Time (1- Temporada)

Emma é a esperaça dos seres dos contos de fadas
E chegamos ao final da 1ª temporada de Once Upon a Time. A série parece que movimentou não apenas os fãs, mas também a mídia já que a protagonista Emma, Jennifer Morrison, veio ao Brasil em maio deste no. A série possui uma premissa muito interessante, porém (como disse em outro post) não é tão inovadora assim, pois lembra uma série de HQ chamada Fábulas.

Emma e seus embates novelísticos com a Prefeita de Storybroke
Em Once Upon a Time, Emma é a filha da Branca de Neve e do Príncipe Encantado. Enviada ao nosso mundo para salvar os seres dos contos de fadas de uma terrível maldição lançada pela Bruxa Má. Os seres são trazidos para o nosso mundo e suas lembraças do que foram são completamente apagadas. Henry, o filho da Prefeita que é a Bruxa Má, parece ser o único a saber da maldição e procura sua mãe biológica, Emma que o abandonou ainda bebê, para fazê-la cumprir o seu destino. E assim Emma é levada a Storybroke, lá é onde tudo acontece…
Sem rodeios, digo que achei a série insossa. Em muitos momentos, os dramas mundanos dos personagens são o foco dos episódios me dando a sensação de estar assistindo a uma novela do que a uma série com personagem de contos de fadas. O romance chiclete (estilo vai e vem) entre Mary Magaret (Branca de Neve) e James (Príncipe Encantado) é de dar sono. As briguinhas entre Emma e a Prefeita são copiadas das nossas novelas das oito de tão clichê e previsível os resultados (a prefeita sempre leva a melhor e sempre parece estar um passo a frente da protagonista, menos no final onde o “amor vence o mal”).

Branca de Neve
Eu ia dizer que essa série foi uma grande perda de tempo e achava que as pessoas estavam fazendo tempestade num copo d’água…, mas eu disse que “ia dizer”…
O “porém” acontece a partir do episódio 16 (sim você precisa assistir a 15 capítulos de dormir até chegarmos ao que interessa). Depois desse episódio, a trama ganha um ritmo tão frenético e tantas reviravoltas começam a acontecer que até me fizeram esquecer os insalubres episódios anteriores. E o desfecho, para mim, foi satisfatório, pois o roterista me surpreendeu.
Em vários momentos, fiquei a pensar em Once Upon a Time seria uma daquelas séries que começam a inserir tantos

James, O Príncipe Encantado
mistérios para alongar as temporadas que teríamos um final ao estilo Arquivos X ou Lost, contudo quem a escreve tomou um caminho mais cauteloso, criou um arco para a 1ª temporada e ao longo deste arco foi colocando elementos para uma possível 2ª temporada que me deixo… é!, tenho que admitir, curioso.
Portanto, a série demora para engrenar e como possui uma 1ª temporada fechada acaba dependendo do gosto do freguês.
Um destaque dela é o ator Robert Carlyle, que interpreta Rumpelstiltskin na série. Seu talento e trejeitos derão ao personagem um ar encantadoramente diabólico. Ele é aquele personagem dúbio que parece jogar em todos os lados para alcançar objetivos próprios, apesar de ser um vilão, o ator dá uma profundidade que nos faz querer acompanhar seus passos de perto. Os capítulos em que conhecemos mais sobre Rumpelstiltskin dos contos de fadas são imperdíveis e envoltos numa aura de mistério.

Rumpelstiltskin, o melhor vilão da série
A série tem um atrativo em particular. O que ela faz com Rumpelstiltskin, também é feito com os demais contos de fadas, ou seja, ficamos sabendo mais da vida deles no universo do faz-de-conta. Por exemplo, você sabia que o Zangado, o anão, na verdade se chamava Sonhador? Pois é, estas e outras revelações são feitas intercalando conto de fadas/mundo real, foi por essa motivo que não abandonei quando os dramalhões começaram, porque é realmente interessante saber “o outro lado” dos contos de fa
Emma é a esperaça dos seres dos contos de fadas
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Branca de Neve
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Rumpelstiltskin, o melhor vilão da série
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