Um Ultimo TCHAU
gfleader diario
aqui para vcs esta o diario de gfleader o dono da rede animes.com
domingo, 23 de novembro de 2014
Esse é o FIM?
Yoooo Mina San esse é o ultimo post desse blog pois transferi todas as coisas que eu fazia para o Blog principal o Animes então Obrigado a todo mundo que participava e lia os posts desse posts tudo que eu fazia aqui estão nos quadros Rabiscos e Ideias e no Vida Otaku lançados semanalmente ou diariamente então voce que gostava desse blog va para o animescdznarutoseoutros.blogspot.com
domingo, 19 de outubro de 2014
Whats Up My Friends ? #13-Problemas No Tempo
Caso vocês não saibam eu estou no 9 ano e tenho estudos provas etc., e eu tenho blogs canais fanpages e eu tento nutrir de conteudo tudo blog fanpage e bem mais facil de nutrir do que um canal do youtube,mas para nutrir o canal no youtube eu tenho que nao nutrir nada ,eu estou tentanto mas minhas notas acabam caindo indiretamente
sexta-feira, 25 de abril de 2014
REBOOT GFLEADER PT 1 E PT 2
So para esclarecer esse e um post que eu fiz no meu tumblr mas eu vou colocar aqui
Então o que aconteceu apos um ano de videos de games Mfs gameplays sketchs e etc. Eu decidi fazer um Reboot no canal e no blog em tudo então criei uma Fan page do MAD e isso e um novo quadro então vão ser 2 videos mad por semana um review e um de noticias esse mad vai ser um programa sobre a cultura pop , e os Melhores Fails entao nao sei o futuro dos MF mas por enquanto games no canal de sexta feira vai ser algo mais estilo os Gameplays de Fevereiro. OBG E FLW
Entao vocês sabem que nos estamos o canal esta passando por umas mudanças MAd e essas coisas entao estou escrevendo essa parte 2 so para explicar melhor isso entao eu nao quero mais trazer gameplay pro meu canal principal eu estou pensando em criar um segundo canal para postar daily vlogs e MFs mas no canal principal vao ter 3 videos semanais MAD News , Review e Top,e no suposto segundo canal teria um Mf por semana e vlogs diarios ou quase enfim o que acham comentem ae entao foi isso flw
Então o que aconteceu apos um ano de videos de games Mfs gameplays sketchs e etc. Eu decidi fazer um Reboot no canal e no blog em tudo então criei uma Fan page do MAD e isso e um novo quadro então vão ser 2 videos mad por semana um review e um de noticias esse mad vai ser um programa sobre a cultura pop , e os Melhores Fails entao nao sei o futuro dos MF mas por enquanto games no canal de sexta feira vai ser algo mais estilo os Gameplays de Fevereiro. OBG E FLW
Entao vocês sabem que nos estamos o canal esta passando por umas mudanças MAd e essas coisas entao estou escrevendo essa parte 2 so para explicar melhor isso entao eu nao quero mais trazer gameplay pro meu canal principal eu estou pensando em criar um segundo canal para postar daily vlogs e MFs mas no canal principal vao ter 3 videos semanais MAD News , Review e Top,e no suposto segundo canal teria um Mf por semana e vlogs diarios ou quase enfim o que acham comentem ae entao foi isso flw
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Novo Projeto #MAD
Ola galera beleza comecei um novo projeto chamado MAD no facebook que e para dar suporte a um novo quadro no canal do youtube que vou gravar amanha se você percebeu os ultimos posts sempre tem a palavra MAD aqui nesse blog enfim isso foi um teste serão 2 videos MAD um de noticias estilo o animerpoint so que de tudo não só de games mas de filmes,quadrinhos livros etc e também uma gameplay
não se esqueçam de curtir a fanpage : www.facebook.com/MADgfleader
e Se INSCREVER no Canal : www.youtube.com/gfleader
não se esqueçam de curtir a fanpage : www.facebook.com/MADgfleader
e Se INSCREVER no Canal : www.youtube.com/gfleader
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Capitao America 2-Filmes MAD #3
#MAD — Capitão América 2: O Soldado Invernal
Resumo da resenha: levante seu traseiro gordo e vá AGORA pro cinema assistir esse filme. É sério. Eu detesto perder tempo e depois que você voltar do cinema vai concordar que qualquer coisa abaixo deste parágrafo é besteira, e que você deveria ter seguido meu conselho, assim assistiria ao filme alguns minutos mais cedo.
Ok, não tem jeito. Então tá, vamos a uma resenha mais convencional. Sem spoilers, mas assumindo que você viu o primeiro filme do Bandeiroso e assistiu aos trailers.
Primeiro de tudo: esqueça o tal Soldado Invernal. Ele só existe para atrair nerds de quadrinhos que querem ver um Robin (mais emo) se fazendo de malvado. O personagem é ótimo, Sebastian Stan consegue ser uma arma teleguiada robótica em uma cena, e o parceirão Turk-e-JD do Rogers em outra. Só que nesse filme ele não é o vilão. É só um pau mandado. Na verdade você foi enganado, sequer é um filme de super-herói.
CA2 é na verdade um filme de espionagem dos anos 70 com o Robert Redford. É muito mais John Le Carré do que Frank Miller.
O grande tema do filme é sobre poder e controle. Eu poderia dizer que é sobre Steve Rogers preso em um mundo que não criou mas alguém lembraria que esse era o slogan de Howard The Duck. Rogers não desgosta do nosso mundo, mas tem dificuldades em aceitar o quão cinza ele é. A SHIELD, lembre-se, é uma organização de espionagem. Rogers trabalha para eles por lembrar de que em seu tempo fez muita coisa moralmente questionável, em nome do bem maior, e que nem naquela época o mundo era em preto e branco, mas ainda havia confiança.
Nick Fury mente. Manipula. O tempo todo. Ele mente mais que a Globo, mas ainda assim é um idealista. Os vilões do filme também são, e o grande momento é quando você percebe que as superarmas usadas pelos vilões haviam sido desenvolvidas pelos mocinhos com o mesmo exato propósito: matar quem ameace sua visão de mundo.
Note, não estou dizendo que os vilões estão certos. Não estão, mas Steve Rogers é do tempo em que se punia as pessoas depois que elas cometiam um crime.
O lema de CA2 é “não confie em ninguém”. Todo mundo pode ser um agente do inimigo. Esse tema foi levado às últimas consequências no episódio Turn,Turn,Turn deAgentes da SHIELD, que lida com o começo das consequências do CA2. As traições não são gratuitas, tanto no seriado quanto no filme suspeitas são levantadas sobre personagens principais, e fazem sentido.
Isso pra Steve Rogers é complicado, e no final ele mostra que é um super-herói de verdade, ele SABE o que é certo, não depende de gente de fora explicando os fatos da vida. Essa infalibidade moral é característica do arquétipo do herói. E é isso que a gente quer ver: num mundo cinza, num mundo cheio de reviravoltas e traições, alguém que se mantém limpo, mesmo nadando na lama.
O final termina com a morte de uma verdadeira instituição nos filmes da Marvel. Não sei como vão continuar os filmes sem ela, mas é esperar, o que nos resta.
Cenas de Ação
OMFG OMFG OMFG PQP MUITO BOM! Talvez o ponto alto de Star Wars: Episódio 1tenha sido as cenas de combate de sabre de luz. O Jedi mais badass dos primeiros três filmes era basicamente aleijado, Vader enfrentou um velho em Star Wars, ninguém no Império Contra-ataca e o Luke só em Retorno, onde já estava mais pra lá do que pra cá. Já no Episódio 1 as coreografias de Ray Park como Darth Maul foram brilhantes, pela primeira vez vimos Jedis lutando em seu auge. CA2 é a mesma coisa.
O Capitão América é, além de um exemplo vivo de que anabolizantes funcionam, um atleta supremo. Nesse filme ele luta como todo fã de quadrinhos sempre imaginou. Dança, pega, estica e puxa e viva a festa da Xuxa (não é uma referência gratuita). Ele subverte o escudo como arma ofensiva, salta de um Quinjet sem paraquedas, faz tudo, tudo que a gente queria ver no primeiro filme mas ele estava ocupado derrotando Hitler ou alguma outra bobagem parecida.
Steve Rogers mostra como e porque merece fazer parte dos Vingadores. Mais ainda: ele assume o papel de Líder, sua busca em fazer o que é certo inspira e conforta. Nick Fury não é cabeça dura o bastante para questionar o Capitão, em um momento. Rogers mostra o porquê de ser uma das poucas criaturas do Universo dignas de erguer Mjolnir.
Referências
Como todo bom filme da Marvel, CA2 é repleto de citações, nomes e ligações que podem ou não significar alguma coisa. Também é talvez o primeiro filme onde não conhecer a mitologia dos personagens torne a experiência menos legal. Note, não estou dizendo que fica ruim, é que reconhecendo as referências fica tudo melhor. É como se você namorasse a Scarlett Johansson e descobrisse um dia que além de não ser ciumenta ela tem uma irmã gêmea ninfomaníaca.
Recomendo que você preste atenção no começo, quando o CA encontra pela primeira vez o Falcão, que indica um álbum de Marvin Gaye. Rogers anota em uma lista de referências pop a pesquisar. Essa lista muda para cada país. A versão do Brasil já está gerando mimimi nas redes.
Também fique de olho na última cena, quando aparece a lápide de um personagem importante. Note a inscrição… mundos pop se colidindo.
Coadjuvantes
Um mérito INEGÁVEL do filme foi aproveitar personagens secundários. Um exemplo: na primeira grande sequência de ação o Bandeiroso e a Viúva Porém Honesta invadem, junto com uma equipe da STRIKE (Special Tactical Reserve for International Key Emergencies) um navio tomado por mercenários, comandados por um francês (ok, argeliano) de nome… Batroc.
Sim, Batroc, o Saltador, um dos vilões mais ridículos da Marvel, uma caricatura francesa com referência a batráquios (sacou?). É uma das criações mais racistas de Stan Lee. Um dos termos ofensivos usados para denominar franceses é… sapo. Este é Batroc:
Ele é pouco mais que uma caricatura, ele tem a honra de apanhar de uma lista enorme de heróis, chego a pensar que o sobrenome verdadeiro é LaRusso.
Em CA2 ele é interpretado por George StPierre, sujeito altamente casca-grossa, ex-campeão de MMA. De uma piada fraca Batroc se tornou um exímio lutador que, mesmo sem superpoderes, dá uma bela canseira no Capitão América.
Sam Wilson, o Falcão aparece como um personagem tridimensional, muito longe da peça de blaxploitation que foi criada com a melhor das intenções por Stan Lee, para dar aos jovens leitores negros um personagem próximo de sua realidade. Ele foi o primeiro herói afro-americano. O Pantera Negra surgiu antes mas ele é de Wakanda, então é afro-africano.
Em CA2 o Falcão não entra por cotas, até porque a cota de megasuperespião fodão negro já foi preenchida. Ele não está lá de favor. Sam Wilson é um veterano da Força Aérea. Paraquedista de Resgate, um grupo que tem dois privilégios: Saltar em território inimigo, às vezes sob fogo cerrado para socorrer feridos, e tomar cerveja de graça, pois esses caras não pagam bebida em nenhum bar militar do Ocidente.
Wilson trabalha em uma organização de apoio a veteranos, ajudando outros a lidar com stress pós-traumático. É, guerras não são coisas legais, nem em filmes de quadrinhos. Ele e o Capitão se conhecem por acaso (mentira, estava no roteiro) e desenvolvem uma amizade. O Falcão tem esse nome por usar um traje de vôo EXO-7 Falcon, cortesia das Indústrias Stark, que não ia mais produzir armamento.
♫Quando voa o condor / Com o céu por detrás / Traz na asa um sonho / Com o céu por detrás / Voa condor ♫
Ele não é o assistente membro de minoria étnica, nem é o fanboy. Ele não representa o espectador, ele é um veterano que “esteve lá” e o Capitão América o respeita por isso. Também não é o engraçadinho, embora parte do alívio cômico fique a cargo das excelentes tiradas de Anthony Mackie. A melhor definição do Falcão é do próprio personagem, que uma hora aponta para o Capitão América e diz “eu faço a mesma coisa que ele faz, só mais devagar”.
Também aparecem Maria Hill, Sharon Carter, Peggy Carter (parentes? Quem sabe?) e, para deleite de fãs de Community, Abed faz uma ponta.
A Viúva Negra talvez seja a grande “enganação” do filme. Ela é vendida nos posters como a toda-boa Scarlett, com curvas impossíveis, decote, etc. Só que no CA2 ela consegue ser menos femme fatale do que em Homem de Ferro 2. Quer dizer, ela é femme e fatale pra caramba, mas não é adereço de cena.
Scarlett Johansson mostra que sabe fazer comédia, a interação entre a Viúva e o Capitão é deliciosa. Ela vira “a” colega curiosa tentando desencalhar o amigo. Ele por sua vez não tem o menor interesse nem em arrumar namorada nem em ver a Natasha Romanoff como possível conquista. É, crianças, Capitão América virou vlogueiro da Apple.
Há momentos em que ela não consegue sustentar a máscara, e é muito legal ver a Viúva mostrando que não sabe de tudo, só finge que sabe. lembra a cena em Vingadores, quando ela está genuinamente com medo do Banner.
Nick Fury como sempre é a amálgama entre os personagens, é difícil imaginar o futuro dos filmes da Marvel sem ele. Dessa vez entretanto Nick não está no topo da cadeia alimentar. Ele é sim o Diretor da SHIELD, mas responde a um monte de gente, inclusive ao Secretário de Defesa, interpretado por Robert Redford.
É interessante como o personagem descobre que sua estratégia de compartimentalizar e não confiar em ninguém é excelente e funciona mas só quando tudo dar certo. Fury vê tudo que criou ser pervertido por seus inimigos. E não tem amigos com quem contar. Ele percebe, antes tarde do que nunca, que estava seguindo os mesmos passos de fins justificando os meios.
Talvez o grande tema do filme seja que a diferença entre Bem e Mal não está sequer nas intenções, mas nas ações. Você pode ter intenções legítimas, acreditar sinceramente em uma causa justa, mas nenhuma causa vale explodir uma creche. Não é a causa que determina isso, é o indivíduo.
Cenas Extras
Como todo filme da Marvel há mais coisas depois dos créditos. Nesse caso são DUAS cenas. A última não vale a espera, não precisa se espremer para não mijar nas calças, eu conto: o vilão que não morreu pois aparece vivo perto do final, está vivo. Yay!
Já a segunda cena envolve os vilões que todo mundo achou que foram exterminados, um sujeito com título de nobreza e um objeto que no final de Vingadores ninguém deu falta.
Conclusão
É um raro filme de quadrinhos que transcende o filme-pipoca. NADA, ABSOLUTAMENTE NADA contra filme pipoca, é um estilo plenamente válido, a relação aqui é entre um gibi de linha e uma graphic novel. Um não existe sem o outro, a graphic novel detalha os temas surgidos no quadrinho mensal.
No caso, uma agência de espionagem mundial, criada para combater uma ameaça real, mas que agora não responde diretamente a ninguém, acessa toda e qualquer rede de comunicação, mesmo ilegalmente, e tem praticamente licença para matar. Isso talvez não seja uma boa idéia.
Ainda bem que é só um filme de quadrinhos, né?
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Books Mad #01-Prince Of Thorns
PRINCE OF THORNES Mark Lawrece
Yo! Eis que depois de um longo e tenebroso inverno esse humilde servo que vos fala volta a dar as caras. Você aí, caro leitor, acredita em amor à primeira vista? Eu já havia comentado na minha postagem sobre A Maldição do Tigrecomo a capa de um livro pode ser enganosa e traiçoeira. Sabem quando a arte que estampa uma das obras da livraria é linda de doer, mas o conteúdo segue a via oposta e te decepciona completamente? Então, esse NÃO é o caso de Prince of Thorns.
Prince of Thorns (ou Príncipe dos Espinhos, de uma tradução livre do Google Tradutor inglês) é o primeiro livro da Trilogia dos Espinhos, e por enquanto o único lançado em território nacional. A obra é classificada como Dark Fantasy, uma classificação que eu sequer conhecia até procurar saber um pouco de informações para escrever essa resenha. Ele enquadra histórias que tenham um conteúdo exatamente parelho com o que o nome sugere: fantasias com um tom mais sombrio, leia-se com mais violência.
No livro de Mark Lawrence somos apresentados ao Príncipe Honório Jorg Ancrath. Aos 10 anos o garoto vira a mãe e o irmão mais novos serem brutalmente assassinados enquanto permanecia imóvel sobre os espinhos de uma roseira. Quatro anos depois ele se encontra como um andarilho, vagando pelas terras do “Império” ao lado de seu bando, sendo os membros chamados de “irmãos” entre si (o que sugere laços de uma irmandade herp capitão óbvio).
Essa é a premissa básica. Agora, se você aí imaginou aquele príncipe honrado que vai galgar um caminho politicamente correto para resolver seus conflitos com diplomacia, pode tirar a Rapidash da chuva. O Principe Jorg é um anti-herói, ou seja, apesar de ser o protagonista, suas atitudes não são em nada louváveis. Logo nos primeiros capítulos ele já ateia fogo a uma aldeia, estupra algumas camponesas (antes de incinerá-las) e assassina um de seus irmãos para reforçar sua liderança perante os demais.
É muito legal o livro apresentar isso logo nas primeira páginas, pois assim o leitor não fica enganado sobre o que está por vir. É daí pra pior e, apesar de eu não ficar chocado com essas coisas em uma narrativa medieval, sei que muita gente ficaria. Então nada melhor que apresentar logo de cara o que classifica a obra como Dark Fantasy.
Algumas pessoas podem estranhar o fato de com “apenas” 14 anos Jorg já agir como um (mau) adulto. É válido lembrar que a história se passa em um cenário com ares medievais. Acessando o banco de dados históricos do Calibre Cultural (ou seja, o Google), tem-se que a expectativa de vida durante a Idade Média era de 35 anos! Chegar aos 15 era quase como chegar aos 40 atualmente, mais do que o suficiente para tornar um menino em homem feito.
A ambientação é muito interessante. Apesar de o autor não citar uma data específica nem relacionar os cenários com algum continente do Planeta Terra, durante todo o livro são feitas referências a filósofos que realmente existiram, indo desde Platão e Sun Tzu a Nietzsche. Sendo que esse último viveu no Século XIX, um bom tempo depois da Idade Média, dá para se imaginar que a obra se situa em um Universo Paralelo no qual a o mundo regrediu ao tempo dos castelos e cavaleiros.
A narrativa em primeira pessoa oscila, em capítulos curtos, entre o tempo presente (Jorg com 14 anos), e o tempo de 4 anos atrás. Suas duas linhas de histórias são paralelas, lineares e igualmente interessantes. Em conjunto elas moldam o atormentado protagonista e dão base para todas as suas atitudes “erradas”. Os monólogos interiores de Jorg que evidencia seu ponto de vista sobre as coisas são excelentes e de uma profundidade digna de atenção. Para ele tudo não passa de um jogo. Sabendo o que está na mente da personagem, algumas de suas atitudes cínicas ficam até engraçadas. Principalmente nos capítulos finais eu me pegava dando algumas risadinhas. Um prato cheio para quem gosta de um sarcasmo bem sutil.
A princípio, apesar de deixar claro o objetivo de Jorg, algumas coisas parecem jogadas no ar. Como um menino comando uma corja de assassinos e ladrões bem mais velhos? Se ele busca vingança contra quem matou sua mãe e irmão, por que vagou sem rumo durante 4 anos? As perguntas são todas respondidas, de maneira inesperada até, e o desenrolar da trama apresenta uma crescente pouca vezes por mim lida. A “presunção” de Jorg o coloca em situações que parecem impossíveis, e é extremamente divertido ler como ele lida com cada uma delas.
Os “irmãos” são apresentados principalmente por suas características principais. “O Gordo”, “O Rubro” e “aquele que cozinha” são subtítulos que ajudam o leitor a não se perder na identificação de quem é quem. Apesar disso essas personagens não são muito aprofundadas. Esse foi o único defeito apontado na obra para alguns, mas para mim foi algo completamente compreensível. Afinal, não imagino ladrões e assassinos que passaram a existência vivendo de seus furtos como sendo proprietários de algum grande segredo do universo ou qualquer outro mérito de profundidade emocional.
As reviravoltas estão presentes na trama, e elas são do caralh*! Some isso aos toques de sagacidade e sarcasmo do narrador e aos excelentes diálogos para se obter um dos melhores lançamentos de 2013.
A Editora Darkside, responsável por publicar o livro no Brasil, merece todos os louvores possíveis. Como adiantei no começo da postagem, o livro me comprou pela capa e pela edição em geral. Com capa dura e aveludada, a obra conta ainda com outros mimos, como algumas páginas pretas entre os capítulos que vez ou outra narram algumas curiosidades sobre os irmãos. O preço é levemente salgado se comparado às outras sagas literárias, mas adianto que vale completamente cada centavo.
Minha única crítica fica por conta da “inglesação” da obra. Não sei por que o livro não teve seu título traduzido para Príncipe dos Espinhos, já que ainda assim soaria como algo impactante. Prince of Thorns, por mais que seja um título legal, dificulta um pouco a popularização da obra aqui no Brasil. Pode parecer bobagem, mas ao ligar para algumas livrarias eu tive que soletrar oThorns para que as atendentes conseguissem procurar o dito cujo. Eu mesmo quando o vi da primeira vez achei que tinha sido deslocado da prateleira de livros estrangeiros. Os diálogos se dão por aspas, como ocorre nos livros publicados em inglês, e não por travessão, uma questão de gosto (prefiro os bons e velhos travessões). A lombada que poderia ser igual à da edição americana foi modificada, mas isso é detalhe do detalhe que só o chato aqui critica.
Não é à toa que Prince of Thorns vem sendo aclamado como o novo Game of Thrones. O livro é leitura obrigatória para os fãs de fantasia medieval e muitíssimo recomendado para qualquer um que goste de uma trama bem escrita e bem amarrada e não se importe com algumas doses extras de violência. Só tomem cuidado para não se sujarem com sangue ao
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Whats Up My Friends ? #12-Volta As Aulas
E ae Galera dessa vez estamos num Post sobre as aulas escola eu não gosto muito porque e um saco acordar cedo e ter que ficar com gente chata (principalmente professores),mas alunos tambem,enfim estudar tarefas e tudo mais e tudo muito chato que infelizmente me tira muito tempo,entao os post aqui (que ja não eram muito frequentes) diminuiram de quantidade mas eu vou tentar fazer um post por semana
Obrigado e Thau
Obrigado e Thau
Assinar:
Postagens (Atom)